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De pé: Visitante, Visitante, Crisóstomo, Beto, Sandro de Joadi, Lairton, Paulinho de Emídio e Diego. Agachados: Menino, Júlio de Mirian, Ari Pesão, Mário de Zélia, Jesus de Miúdo e Nenilvan de Nemélio
Corria o ano de 1983. Terças e quintas-feiras, para uma turma de vinte e dois meninos, entre eles eu, eram dias especiais. Acordávamos às quatro horas da manhã e saíamos uns acordando os outros, para treinarmos futebol no velho Pedro Celestino, sem muro, ainda cercado pelo avelós (Euphorbia Tirucalli), e com seus cascalhos em meio ao campo de terra.
Ainda lembro da primeira vez que acordei de madrugada. Sem relógio que pudesse consultar e sem paciência de ficar esperando pelos toques da hora no relógio da igreja, meti um par de tênis nos pés e corri para a rua. Bem em frente da barbearia, Zé Neves, que também era vigilante noturno, me pôs de volta para casa. Era apenas uma hora da manhã, e embora eu tenha retornado seguindo as ordens dele, em casa não pude mais adormecer, tamanha era a minha ansiedade. Mas fiquei acordado ouvindo, de meia em meia hora, o relógio da matriz que ia me informando do tempo. Nem bem ouvi o toque das quatro e meia e voltei à rua. Agora acompanhado dos outros meninos que iam surgindo dos becos.
Fazíamos parte do time da Igreja Realidade em Cristo, do missionário Milton que subia para o campo tomando conta daquela ruma de menino, cada um conversando alto, dizendo uma lorota, todos ao seu redor. Era fantástico!
Descobrimos que de tênis era quase impossível jogar futebol naquele campo, e começamos a planejar a compra das chuteiras, cada um a sua. Aderildo de Galega de Ambrósio foi o primeiro que chegou para treinar com uma chuteira de verdade. Nós, os outros, meio despeitados com a aquisição, inventamos de chateá-lo pela feiúra da peça. Realmente não era bonita a chuteira de “Derildo”, como o chamávamos. Tinha o bico quadrado à forma dos velhos sapatos “cavalos de aço”, sucesso no passado. Mas foi com uma delas que Derildo empurrou a bola para o fundo das redes marcando o primeiro gol, em nossa estréia lá em Bulhões, num jogo perdido por 3 a 1. Nunca fui um bom jogador de futebol, era reserva no “Time dos Crentes”, como era mais conhecido o Corinthians – as camisas vieram de São Paulo. Também nunca sonhei em ser um Pelé no futebol. Para mim, bastava ser um Miúdo de Norinha. Entretanto, nem isso consegui ser.
Mas o meu primeiro par de chuteiras... Vendi todos os litros secos do muro lá de casa, cabos de vassouras, latas velhas e outros abandonos entraram no rol de produtos vendidos para a aquisição do meu primeiro par de chuteiras. Vendi a safra de limões do nosso muro, vendi uma coleção de revistas do Capitão América, vendi dois times de botão, vendi alguns chaveiros, a coleção de notas de cigarro se foi... Mas ainda assim, tudo quanto apurei, só deu para comprar um par de Kichutes na banca de Chico Doido, que ficava em frente da casa de Silvino Nunes, ao lado da banca de Chico Coração, na feira do sábado. Como as coisas eram difíceis antigamente!
Dois anos depois, no Natal de 1985, comecei a trabalhar lá no Armarinho de Luzia de Chicó, na esquina da Rua Major Hortêncio com a Travessa Aurélia Irene, que na época tinha outro nome, esquecido agora, mas levemente lembrado como Rua Da Saudade. Ganhava 150.000 cruzeiros. Lembro quando recebi das mãos de Luzia o meu primeiro salário. Não me continha de felicidades. Corri certinho para a loja do meu “tio” Zé Sobrinho. Com a satisfação de quem compra e paga, “provei” e comprei o meu primeiro par de chuteiras. Eu tinha 14 anos de idade.
Era preto, com solado amarelo de travas baixas em número de nove, sendo quatro atrás e cinco na frente, cadarços pretos que se enfiavam por ilhoses de ferro. Possuía três listras brancas nas laterais imitando a marca Adidas, mas tudo quanto tinha no solado era apenas o número 37, do tamanho, e as letras “RS”, pintadas também na parte de trás, na altura do calcanhar, e na pequena lingüeta de proteção ao peito do pé. Veio numa caixa sem muitas inscrições, sendo o tamanho marcado de esferográfica e um carimbo com o nome da cidade de onde vinha. Era feito no Rio Grande do Sul, confeccionado num couro grosso, costurado à mão, duro e sem conforto algum, mas, muitos calos depois, se ajustava aos meus pés como que feito sob medida para os próprios fosse.
Foi com aquelas chuteiras que meu pai jogou pela última vez, num jogo festivo que não lembro o quê comemorava.
Muito tempo joguei com aquele par de chuteiras, até que as travas do seu solado ficaram lisas e quase desapareceram. Então, já trabalhando no Banco do Brasil, comprei um par da marca Adidas, original.
Várias coisas mudaram de lá para cá. O missionário Milton foi enviado a outras terras e o “Time dos Crentes” acabou. Embora o campo ainda seja de terra e cheio de pedras pelo meio, o velho Pedro Celestino recebeu sua muralha. Temos outro campo na cidade e esse é até gramado... Meu “tio” Zé Sobrinho fechou as portas e, aposentado, migrou para a capital. Alguns daqueles meninos saíram da nossa terra, e até Derildo foi embora de Acari também... Eu já nem jogo mais futebol com tanta freqüência.
Semana passada Oswaldinho Galvão me convidou para uma pelada que se joga nas segundas-feiras em Natal. “Só tem velho”, ele me garantiu. Há dois anos sem jogar futebol, me descobri sem um par de chuteiras. Corri Acari em busca de um. Fui encontrar na loja de Altair de Dodó. Com a satisfação de quem compra e paga, provei e comprei.
É vermelho, com solado branco de travas altas em número de quatorze, sendo quatro atrás e dez na frente, cadarços vermelhos que se enfiam por orifícios abertos no próprio couro. Possui várias listras brancas nas laterais, mas tudo quanto tem no solado é apenas o número 38, do tamanho, e as letras “JR”, grafadas em alto relevo também na parte de trás, na altura do calcanhar, e na lingüeta que dobra indo de encontro aos dedos.
Veio numa caixa bacana, colorida, cheia de dicas escritas numa linguagem técnica orientando como melhor cuidar das chuteiras para a sua conservação. É feito em Caicó, confeccionado num couro sintético, todo industrializado, amaciado e bastante confortável. Sei que não me fará calos, pois se ajusta aos meus pés como que feito sob medida para os próprios.
Sensação estranha tomou conta de mim quando cheguei em casa com as chuteiras. Sentei-me no sofá e fiquei olhando para aquele objeto em minhas mãos. Virei de um lado para o outro, apreciei o brilho do seu material sintético, a leveza e a perfeição das costuras, todas feitas em máquinas. Calcei o meu pé esquerdo, amarrei com força o cadarço, bati as travas contra o cimento do chão da minha sala e, enquanto rodava a outra de um lado para o outro em minhas mãos, lembrei-me das dificuldades passadas para a aquisição do meu primeiro par de chuteiras, do menino bem franzino desfilando sozinho fechado em seu quarto, olhando para os pés calçados, com um sorriso no rosto e sentindo o pisar estranho por sobre as travas daqueles calçados. Voltando o pensamento para o presente, me questionei em silêncio: Quanto tempo eu jogarei com esse par de chuteiras?
Lembrando do meu primeiro par de chuteiras, descalcei-me e segurei ambas ao mesmo tempo. Com uma emoção diferente, misto de sentimentos variados que não sei descrevê-los, percebi que ali estava, em minhas mãos, aquele que será o meu último par de chuteiras. Suas travas não se desgastarão tanto... A não ser que o meu filho resolva usá-las um dia.
Essa publicação eu quero dedicar aos melhores jogadores que vi jogar em Acari, de Acari e por Acari: Chaguinha de Pilóia, Zé Velho de Zé Mariano, Binha de Napin, Neguin Oscar, Tel de Zé Mariano, Mário de Zélia e, especialmente, ao meu amigo Adriano de Auta, moleque que, como eu, acordava nas madrugadas de terças e quintas-feiras no longínquo ano de 1983, para jogar bola no velho Estádio Pedro Celestino, ainda cercado por seus aveloses. Foi ele, Adriano de Auta, quem marcou o primeiro gol na inauguração do muro em alvenaria.
23/07/2008 Publicada por Jesus de Miúdo.
Corria o ano de 1983. Terças e quintas-feiras, para uma turma de vinte e dois meninos, entre eles eu, eram dias especiais. Acordávamos às quatro horas da manhã e saíamos uns acordando os outros, para treinarmos futebol no velho Pedro Celestino, sem muro, ainda cercado pelo avelós (Euphorbia Tirucalli), e com seus cascalhos em meio ao campo de terra.
Ainda lembro da primeira vez que acordei de madrugada. Sem relógio que pudesse consultar e sem paciência de ficar esperando pelos toques da hora no relógio da igreja, meti um par de tênis nos pés e corri para a rua. Bem em frente da barbearia, Zé Neves, que também era vigilante noturno, me pôs de volta para casa. Era apenas uma hora da manhã, e embora eu tenha retornado seguindo as ordens dele, em casa não pude mais adormecer, tamanha era a minha ansiedade. Mas fiquei acordado ouvindo, de meia em meia hora, o relógio da matriz que ia me informando do tempo. Nem bem ouvi o toque das quatro e meia e voltei à rua. Agora acompanhado dos outros meninos que iam surgindo dos becos.
Fazíamos parte do time da Igreja Realidade em Cristo, do missionário Milton que subia para o campo tomando conta daquela ruma de menino, cada um conversando alto, dizendo uma lorota, todos ao seu redor. Era fantástico!
Descobrimos que de tênis era quase impossível jogar futebol naquele campo, e começamos a planejar a compra das chuteiras, cada um a sua. Aderildo de Galega de Ambrósio foi o primeiro que chegou para treinar com uma chuteira de verdade. Nós, os outros, meio despeitados com a aquisição, inventamos de chateá-lo pela feiúra da peça. Realmente não era bonita a chuteira de “Derildo”, como o chamávamos. Tinha o bico quadrado à forma dos velhos sapatos “cavalos de aço”, sucesso no passado. Mas foi com uma delas que Derildo empurrou a bola para o fundo das redes marcando o primeiro gol, em nossa estréia lá em Bulhões, num jogo perdido por 3 a 1. Nunca fui um bom jogador de futebol, era reserva no “Time dos Crentes”, como era mais conhecido o Corinthians – as camisas vieram de São Paulo. Também nunca sonhei em ser um Pelé no futebol. Para mim, bastava ser um Miúdo de Norinha. Entretanto, nem isso consegui ser.
Mas o meu primeiro par de chuteiras... Vendi todos os litros secos do muro lá de casa, cabos de vassouras, latas velhas e outros abandonos entraram no rol de produtos vendidos para a aquisição do meu primeiro par de chuteiras. Vendi a safra de limões do nosso muro, vendi uma coleção de revistas do Capitão América, vendi dois times de botão, vendi alguns chaveiros, a coleção de notas de cigarro se foi... Mas ainda assim, tudo quanto apurei, só deu para comprar um par de Kichutes na banca de Chico Doido, que ficava em frente da casa de Silvino Nunes, ao lado da banca de Chico Coração, na feira do sábado. Como as coisas eram difíceis antigamente!
Dois anos depois, no Natal de 1985, comecei a trabalhar lá no Armarinho de Luzia de Chicó, na esquina da Rua Major Hortêncio com a Travessa Aurélia Irene, que na época tinha outro nome, esquecido agora, mas levemente lembrado como Rua Da Saudade. Ganhava 150.000 cruzeiros. Lembro quando recebi das mãos de Luzia o meu primeiro salário. Não me continha de felicidades. Corri certinho para a loja do meu “tio” Zé Sobrinho. Com a satisfação de quem compra e paga, “provei” e comprei o meu primeiro par de chuteiras. Eu tinha 14 anos de idade.
Era preto, com solado amarelo de travas baixas em número de nove, sendo quatro atrás e cinco na frente, cadarços pretos que se enfiavam por ilhoses de ferro. Possuía três listras brancas nas laterais imitando a marca Adidas, mas tudo quanto tinha no solado era apenas o número 37, do tamanho, e as letras “RS”, pintadas também na parte de trás, na altura do calcanhar, e na pequena lingüeta de proteção ao peito do pé. Veio numa caixa sem muitas inscrições, sendo o tamanho marcado de esferográfica e um carimbo com o nome da cidade de onde vinha. Era feito no Rio Grande do Sul, confeccionado num couro grosso, costurado à mão, duro e sem conforto algum, mas, muitos calos depois, se ajustava aos meus pés como que feito sob medida para os próprios fosse.
Foi com aquelas chuteiras que meu pai jogou pela última vez, num jogo festivo que não lembro o quê comemorava.
Muito tempo joguei com aquele par de chuteiras, até que as travas do seu solado ficaram lisas e quase desapareceram. Então, já trabalhando no Banco do Brasil, comprei um par da marca Adidas, original.
Várias coisas mudaram de lá para cá. O missionário Milton foi enviado a outras terras e o “Time dos Crentes” acabou. Embora o campo ainda seja de terra e cheio de pedras pelo meio, o velho Pedro Celestino recebeu sua muralha. Temos outro campo na cidade e esse é até gramado... Meu “tio” Zé Sobrinho fechou as portas e, aposentado, migrou para a capital. Alguns daqueles meninos saíram da nossa terra, e até Derildo foi embora de Acari também... Eu já nem jogo mais futebol com tanta freqüência.
Semana passada Oswaldinho Galvão me convidou para uma pelada que se joga nas segundas-feiras em Natal. “Só tem velho”, ele me garantiu. Há dois anos sem jogar futebol, me descobri sem um par de chuteiras. Corri Acari em busca de um. Fui encontrar na loja de Altair de Dodó. Com a satisfação de quem compra e paga, provei e comprei.
É vermelho, com solado branco de travas altas em número de quatorze, sendo quatro atrás e dez na frente, cadarços vermelhos que se enfiam por orifícios abertos no próprio couro. Possui várias listras brancas nas laterais, mas tudo quanto tem no solado é apenas o número 38, do tamanho, e as letras “JR”, grafadas em alto relevo também na parte de trás, na altura do calcanhar, e na lingüeta que dobra indo de encontro aos dedos.
Veio numa caixa bacana, colorida, cheia de dicas escritas numa linguagem técnica orientando como melhor cuidar das chuteiras para a sua conservação. É feito em Caicó, confeccionado num couro sintético, todo industrializado, amaciado e bastante confortável. Sei que não me fará calos, pois se ajusta aos meus pés como que feito sob medida para os próprios.
Sensação estranha tomou conta de mim quando cheguei em casa com as chuteiras. Sentei-me no sofá e fiquei olhando para aquele objeto em minhas mãos. Virei de um lado para o outro, apreciei o brilho do seu material sintético, a leveza e a perfeição das costuras, todas feitas em máquinas. Calcei o meu pé esquerdo, amarrei com força o cadarço, bati as travas contra o cimento do chão da minha sala e, enquanto rodava a outra de um lado para o outro em minhas mãos, lembrei-me das dificuldades passadas para a aquisição do meu primeiro par de chuteiras, do menino bem franzino desfilando sozinho fechado em seu quarto, olhando para os pés calçados, com um sorriso no rosto e sentindo o pisar estranho por sobre as travas daqueles calçados. Voltando o pensamento para o presente, me questionei em silêncio: Quanto tempo eu jogarei com esse par de chuteiras?
Lembrando do meu primeiro par de chuteiras, descalcei-me e segurei ambas ao mesmo tempo. Com uma emoção diferente, misto de sentimentos variados que não sei descrevê-los, percebi que ali estava, em minhas mãos, aquele que será o meu último par de chuteiras. Suas travas não se desgastarão tanto... A não ser que o meu filho resolva usá-las um dia.
Essa publicação eu quero dedicar aos melhores jogadores que vi jogar em Acari, de Acari e por Acari: Chaguinha de Pilóia, Zé Velho de Zé Mariano, Binha de Napin, Neguin Oscar, Tel de Zé Mariano, Mário de Zélia e, especialmente, ao meu amigo Adriano de Auta, moleque que, como eu, acordava nas madrugadas de terças e quintas-feiras no longínquo ano de 1983, para jogar bola no velho Estádio Pedro Celestino, ainda cercado por seus aveloses. Foi ele, Adriano de Auta, quem marcou o primeiro gol na inauguração do muro em alvenaria.
23/07/2008 Publicada por Jesus de Miúdo.
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Lairton,velho amigo foi tambem para mim um grande prazer jogar com você, tambem com nosso inesquecível Adriano (Barquinha lembra?).
Jesus,parabéns.
27/07/2008 00:42
netinho
netinho_acari@hotmail.com
sumaré
Amigo Jesus, Sua narrativa em relação às aquisições das chuteiras é rica em detalhes e merece nossos parabéns pela louvável capacidade de se expressar. Esse paralelismo entre as coisas de ontem e de hoje realmente nos deixa com uma grande interrogação em tudo aquilo que vamos fazer: antigamente era assim... hoje é “assim assado”. “Antes era melhor, hoje é pior”, e vice-versa. Na verdade, o que temos saudade é do bom. O ruim ninguém gosta de lembrar. O exemplo da chuteira serve para ilustrar tudo isso e representa bem essa questão paradoxal. Aproveitando o espaço, quero dizer que me sinto grato por fazer parte da família de esportistas oriundos do Acari. Sim! Da “prole” do S. Emídio. Dia desses era meu avô que estava no seu Blog. Agora o Paulinho de S. Emídio esboça toda a sua categoria nas páginas virtuais (ali em cima e em pé, penúltimo da esquerda para a direita)... (continua abaixo)
25/07/2008 14:07
Albhetson Dantas
no_spam@a.com
Boa Vista RR
(...continuação) Temos ainda um bisneto que é motivo de nosso orgulho, nadador e meu irmão, Adjamilton (de Amilton, “Pitola de S. Emídio”) e muitos outros que poderiam estar nessas linhas (Nego, Bola, o próprio Amilton), mas o tempo e espaço são poucos. Por falar em craques e chuteira, deixo a seguinte pergunta aos leitores: Já pensou se, naquele pênalti que meu avô arrancou os quatro dedos do goleiro (Biró representado por Severino Dedinho), ele tivesse uma chuteira das de hoje que aumenta a velocidade da bola em 30%? Parabéns mais uma vez, que Deus o abençoe.
25/07/2008 14:06
Albhetson Dantas
no_spam@a.com
Boa Vista RR
Amigo, pena que não participei destas peladas, pois a minha ida a Acari só nas férias. Mas lembro-me de algumas peladas com Luizinho, Ari, Mário e outros. Mas onde joguei sempre "menti" dizendo que era de Acari, pois ai só tem craque!!!
25/07/2008 13:42
Jansinho
janser4@yahoo.com.br
NATAL RN
Oi Jesus, gostei muito por você ter lembrado do meu querido e saudoso irmão Adriano, O jogador das pernas tortas!!! Gostaria também de agradecer o carinho que você tem, não só por ele, mas por toda minha família. Um grande abraço.
24/07/2008 17:32
Limênia de Chico de Balá
limeniabezerra@hotmail.com
Acari/RN
Meu caro amigo Lairton,esta sua barriga é cerveja ou é mé mesmo? Compadre Mário(Barão),tú tá com o cabelo mais branco do que o de meu pai.Um grande abraço meus amigos.
24/07/2008 17:28
joselucio de medeiros
joseluciolaura@yahoo.com.br
varzea paulista/sp
Pense numa ruma de cabra bom rsrsrs ,Jesus meu amigo você esqueceu de citar o dia que agente foi dormir na casa de Julio Cézar (Dona Mirian) pra acordar cedo e ir pro campo sem perder a hora e o quanto seu pai ficou bravo por nào conseguir dormir ,pois na casa ao lado era guerra de sapato ,assobio,risadas e muita bagunça. Com relação aos pênaltis de Lairton uma coisa que ninguem pode negar é que o velho Lalaka tinha personalidade,mesmo conhecido como um mal batedor de pênalti era o primeiro a pegar a bola pra bater qualquer eventual penalidade ... Abraço a todos e pode ter certeza que essa equipe é reconhecida se não pelo futebol mas pelas pessoas maravilhosas que são ,grandes amigos ,pessoas de bem , que só engrandeceram uma parte maravilhosa das nossas vidas e que podemos nos orgulhar de te - los como amigos
24/07/2008 16:25
Papinho
clebio@gruposinagro.com.br
Campo Verde - MT
O nome de "Vila Bel" foi batismo de Vovô Bezerra (Seu Antônio Bezerra) a uma casinha que ele tinha por trás da antiga sede que ele doou a banda de música, colocando uma placa dedicada a mamãe. Não sabia do feito do saudoso Neto de Margarida. Realmente a ausência dele na relação foi merecidamente corrigida. Grande goleiro e pessoa de uma espiritualidade difícil de se encontrar.
24/07/2008 15:57
Pedrinho de Dr. Pedro Pires
pedroaugusto1000@hotmail.com
Mossoró (RN)
Sendo meio "banda forte" e inquietado pela não certeza na lembrança do nome antigo da rua que faz esquina com a Major Hortêncio, fui aos CORREIOS e perguntei a João Paulo. Ele me relembrou bem que a mesma se chamava "Vila Bel". A saudade, portanto, fica por conta do texto apenas...
24/07/2008 15:16
Jesus de Miúdo
jesus.acari@gmail.com
Acari RN
Meu amigo Jesus, parabéns por mais este texto. Tive a satisfação de fazer parte deste período realmente inesquecível. Participei de várias equipes de nossa cidade, mais guardo no coração o Palmeiras de Milton (Preliminar do Corinthians), o Botafogo de Popinha e o Atlético de Valdinho. Também me orgulho de ter jogado ao lado de grandes craques e amigos como Mário de Zélia, Altair de Dodó, Tunéa de João Muniz e meu grande amigo Adriano de Auta. Um abraço. Laírton Cardoso.
24/07/2008 14:42
Laírton Cardoso
lalakafla@yahoo.com.br
Acari RN
Belo e emocionante o seu texto. Cada vez mais bem escrito e rico em detalhes. Parabéns e que vc. tenha muita saúde para conseguir desgastar as travas dessa chuteira nova. Um forte abraço e até o dia dos pais.
24/07/2008 13:33
Josébio Araújo
josebioaraujo@hotmail.com
Recife PE
Que é isso, Totó Schillaci??? Seu caminho ainda é longo, no futebol. Acari precisa do seu talento dentro das qutro linhas. Mas se comporte em campo, pra não ser suspenso. Reincidência a pena é muito maior e não há mais peladas em Gargalheiras. Brincadeira a parte, a sua seleção bate com a minha, a excessão de Cola de Zé Mariano, que acho que faltou. O trio de Zé Mariano era infernal. Muito parecido com o quadrado mágico de Dr. Pedro Pires. Se a seleção englobar o futsal, acho que Altair de Dodó também faria parte.
24/07/2008 08:46
Pedrinho de Dr. Pedro Pires
pedroaugusto1000@hotmail.com
Mossoró (RN)
participei de muitas dessas peladas e é verdade q não conseguíamos dormir pela vontade de jogar, sem falar da distância, o Pedro Celestino para quem morava no bairro Ary de Pinho era muito longe, porém, ninguém se importava! Jesus vc tem que falar do time de Arivaldo,joguei lá também! sem falar do Vasco de Acari, no campeonato "matutão" lembro q uma vez contra o time de Lagoa Nova, estávamos perdendo e precisávamos do empate p seguir na competição, a pressão era grande e todos estavam atrás da trave adversária, o heraldo (lateral) levantava a bola toda hora na área adversária, ateh q numa delas "TEL" de seu Mariano entrou com o peito e fez o gol, nessa hora todos se abraçavam com pessoas q nem conheciam! numa outra houve um penalti a favor do vasco, correu todo mundo para trás da trave adversária, Zé Velho bateu, a rede do gol estufou e explodiu na caixa de "din-din"de Zeca de Alemão, rapaz, foi uma festa só, lembro até hoje dos Din-Dins subindo junto c a poeira!bons tempos
23/07/2008 23:23
HELITON SANTOS (etinho de zé birro)
helitonssantos@ig.com.br
Porto Príncipe capital do Haiti
Meu caro Jesus, fiquei roxo de saudade das nossa peladinhas aí no campo de Paulo de Albino. É aí mesmo onde vcs tiraram essa foto. Cara, dessa turma aí tenho certeza que joguei com Lairton, Paulinho, Nenilvan e Mário. Aliás Prof. Mário, por quem tenho muito respeito e gratidão. Foi ele quem me ajudou inicialmente quando sofrí um acidente na quadra do Ginásio de Acari. Bom, vamos falar de alegria: Que tal marcamos um jogo logo prá agosto?!!!!! Eu vou em macho véi!!!!! Quero marcar vc, eita Jesus ligeirinho. Mando um abraço pro nossos amigos peladeiros.
23/07/2008 22:56
Manoel Aldvan
aldvanbb@yahoo.com.br
Macau RN
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